Quanto ganha um advogado criminalista?

Você deseja seguir carreira na área de direito criminal, mas não sabe quanto ganha um advogado criminalista? Confira aqui neste artigo a média salarial desse tipo de profissional, o que ele faz e quais os requisitos para se tornar um advogado na área criminal.

O que faz um advogado criminal?

Um advogado criminal é aquele que se especializou em Direito Penal, ou seja, o ramo jurídico que regula todos os tipos de crimes e suas penas e estabelece as regras que regem o procedimento legal para reparação de danos causados ​​pela comissão de crimes.

Assim, um advogado criminal realizará seu trabalho perante os tribunais, que são aqueles que têm jurisdição para investigar e processar a acusação e defesa.

Como especialista no assunto, um advogado criminal poderá aconselhar seus clientes, através da assessoria jurídica e iniciar um processo criminal contra um indivíduo, empresa ou órgão privado, após a prática de um crime, ou definir a estratégia de defesa no caso de um cidadão ou uma pessoa coletiva que é convocada por um órgão policial ou imersa em processo penal.

O advogado criminal deve ter motivação e vocação para realizar o serviço público.

Os requisitos para ser um advogado criminal são:

– Ter um diploma de bacharel ou direito.

– Realizar a especialização criminal.

-Ser aprovado na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Quanto ganha um advogado criminalista?

O salário de um advogado criminal pode chegar a R$ 20 mil, dependendo de sua área de atuação, uma vez que pode atuar no setor público, privado e como correspondente.

Os cargos exercidos por esse profissional podem ser: juiz da vara criminal, promotor de justiça, delegado, polícia militar ou civil, investigador criminal, entre outros.

Dicas para ser um bom advogado criminal

Além de atuar como advogado especialista em outros ramos do Direito, o advogado criminal deve ter motivação e vocação para o serviço público. Além dos requisitos básicos para todo bom advogado, é preciso ser um profissional com grande treinamento e responsabilidade . 

Você também deve ter excelentes habilidades de comunicação, compreensão e lógica para resolver os conflitos que surgem em cada caso e transferir as informações mais completas e detalhadas possíveis para seus clientes.

Os advogados criminais abordarão, nos seus casos do dia-a-dia, os crimes contra propriedades (roubo, furto, fraude etc.), contra pessoas e vida (lesões, homicídios, assassinatos, etc.), de natureza econômica (lavagem de dinheiro, impostos, empresas) ou contra a Administração Pública.

Por esse motivo, a melhor maneira de desempenhar sua função é ser um especialista no assunto ao qual se dedica.

Assim, além dos estudos obrigatórios para poder atuar como advogado (a Licenciatura em Direito e o Mestrado em Direito), a especialização em Direito Penal será importante por meio de um mestrado e de cursos complementares focados em aspectos do ramo legal.

A importância da especialização criminal

A especialização através de um mestrado permitirá ao advogado criminal oferecer a seus clientes um serviço diferenciado sobre o assunto em que são especialistas. A oferta de cursos de pós-graduação e especialização em Direito Penal é ampla e depende de cada centro educacional, com opções presenciais e on-line, uma maneira ideal de combinar trabalho e vida pessoal com treinamento.

Além da educação universitária, o advogado criminal é um profissional que deve manter-se atualizado com as várias mudanças legislativas que afetam suas áreas de trabalho para realizar seu serviço de maneira diligente e eficaz.

Energia solar: descubra todos os benefícios e incentivos

Proteção da natureza e economia para quem usa: esses são os dois principais fatores lembrados quando se fala em energia solar. Afinal, em um país tropical como o Brasil, utilizar a própria luz do sol como uma fonte de energia é uma atitude realmente cheia de benefícios.

Porém, para começar, é preciso entender os dois principais tipos existentes. O primeiro é a energia fotovoltaica, que usa placas feitas de silício, responsáveis pela conversão direta do sol em energia elétrica. 

Enquanto isso, o sistema heliotérmico emprega painéis solares para transformar a luz em calor, que aquece, principalmente, a água utilizada no local. 

Mais pontos positivos da energia solar

A lista dos benefícios da energia solar é longa. Além de não ser poluente e caracterizada como uma fonte inesgotável, ela paga, a longo prazo, o investimento feito nos materiais. Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), a cada R$ 1 aplicado, são ganhos outros R$ 3.

Funciona assim: o excedente gerado pelo sol é encaminhado para a rede de energia elétrica, administrada pela companhia responsável no Estado. Dessa forma, o usuário recebe um “crédito” e paga apenas cerca de 38% da conta luz, pois utiliza somente uma pequena infraestrutura da empresa.

Ademais, trata-se de um tipo de energia acessível para lugares remotos, em que a distribuição da elétrica pode ser falha. Também requer áreas menores para ser produzida, pois pode ser gerada tanto por consumidores domésticos quanto por empresas.

Sugestão de legenda: Isenção de imposto para compra de painéis solares deixa esse tipo de energia mais acessível

Incentivos

Com todos os pontos positivos, a energia solar no Brasil está crescendo. Ainda de acordo com a ABSOLAR, em 2020 o país atingiu a marca de 2 gigawatts (GW) produzidos, sendo mais de 99% deles da forma fotovoltaica. 

Porém, esse número ainda é baixo quando comparado com países em que a incidência de sol é menor. A Alemanha, por exemplo, atingiu a marca de 45 GW produzidos em 2018, segundo a associação de pesquisa Frauenhofer. 

Por isso, são aplicados alguns incentivos para que os brasileiros decidam aderir ainda mais à energia solar. Um deles é a retirada do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na compra dos painéis solares que, infelizmente, ainda possuem um custo alto.

Outra vitória para os defensores desse tipo de energia aconteceu há dois anos, quando todos os Estados do Brasil concederam a isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para os microgeradores. 

Também é importante ressaltar os estímulos dados por governos locais na redução de alguns impostos. Entre eles estão os programas IPTU Amarelo, de Salvador, Palmas Solar e Goiás Solar.

Por fim, por pressão dos produtores de energia fotovoltaica, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) desistiu da proposta de diminuir a subsídio dado a quem faz uso dessa energia limpa. 

E quando não tem sol?

Uma das dúvidas mais comuns por quem começa a se interessar pela energia solar é o que fazer em dias nublados. A resposta é simples: o que produz a energia são os raios violetas que a chegam à Terra mesmo nos dias mais escuros e chuvosos. 

Contudo, à noite não existe a produção. Portanto, o consumidor pode utilizar tanto o excedente gerado durante o dia quanto a fonte elétrica comum.